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	<title>Artigos &#8211; IMH</title>
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	<description>Instituto Medicina Humana - Campinas/SP</description>
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		<title>Análise da polarização da resposta imunológica TH1 E TH2 em mulheres com infertilidade inexplicada e mulheres inférteis com endometriose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 14:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citocinas]]></category>
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		<category><![CDATA[infertilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo Contexto e objetivo: Alterações imunológicas podem estar associadas à infertilidade e endometriose. O objetivo deste estudo foi avaliar se, na infertilidade inexplicada e na infertilidade associada à endometriose, ocorre polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2. Tipo de estudo e local: Foi realizado um estudo de corte transversal no Centro de Atenção Integral a Saúde<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/analise-da-polarizacao-da-resposta-imunologica-th1-e-th2-em-mulheres-com-infertilidade-inexplicada-e-mulheres-inferteis-com-endometriose/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo</strong></p>
<p><strong>Contexto e objetivo:</strong> Alterações imunológicas podem estar associadas à infertilidade e endometriose. O objetivo deste estudo foi avaliar se, na infertilidade inexplicada e na infertilidade associada à endometriose, ocorre polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2. Tipo de estudo e local: Foi realizado um estudo de corte transversal no Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (CAISM), Universidade de Campinas (Unicamp),<br />
Campinas, São Paulo, Brasil, de janeiro a junho de 2010. Métodos: 142 mulheres foram alocadas em três grupos (52 com infertilidade inexplicada, 38 inférteis com endometriose e 52 férteis) para dosagem de citocinas Th1 (interleucina 2, fator de necrose tumoral-α e do interferon-γ ) e citocinas Th2 (interleucinas 4 e 10). Os dados foram descritos através de média, desvio-padrão e mediana, e através de frequências absolutas e relativas. Os grupos<br />
foram comparados em relação às variáveis através dos testes de qui-quadrado ou exato de Fisher. As citocinas foram comparadas entre os grupos através do teste de Kruskal-Wallis; em caso de diferença significativa, foram feitas comparações dois a dois através do teste de Mann-Whitney e aceitou-se nível de significância 5%.</p>
<p><strong> Resultados</strong>: As mulheres com infertilidade inexplicada apresentaram menores níveis de interferon-γ (p = 0,0012) e<br />
maiores níveis de interleucina-4 (p &lt; 0,0001) do que as mulheres férteis, e maiores níveis de interferon-γ (p = 0,0001) e de interleucina-4 (p = 0,0005) do que as mulheres inférteis com endometriose. Aquelas com infertilidade primária apresentaram menores níveis de interferon-γ e maiores de interleucina-4 que as mulheres férteis.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> Não foi detectado qualquer tipo de polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2 nas mulherescom infertilidade inexplicada ou com endometriose, quando comparadas com mulheres férteis.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> citocinas, endometriose, imunologia, infertilidade, interleucinas.</p>
<a href="https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/Guimaraes_JoaoAgripino_M.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max"  data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="off">Guimaraes_JoaoAgripino_M<br/></a>
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		<title>Pinçamento aorto-mesentérico associado a esclerose sistêmica progressiva</title>
		<link>https://imh.med.br/pincamento-aorto-mesenterico-associado-a-esclerose-sistemica-progressiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 20:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Toledo, Roberto Acayaba de; Menin, Rita de Cássia; Targas, Gláucia Pinheiro; Petean, Carla Campos; Guimaräes, Joäo Agripino; Olhê, Lucas Arnaldo. HB cient; 3(1): 16-9, jan.-abr. 1996. ilus Artigo Português &#124; LILACS &#124; ID: lil-236121 Os autores apresentam o caso de uma paciente de 48 anos de idade com quadro de pinçamento aorto-mesentérico como complicação de<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/pincamento-aorto-mesenterico-associado-a-esclerose-sistemica-progressiva/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toledo, Roberto Acayaba de;	Menin, Rita de Cássia;	Targas, Gláucia Pinheiro;	Petean, Carla Campos;	Guimaräes, Joäo Agripino;	Olhê, Lucas Arnaldo.<br />
HB cient; 3(1): 16-9, jan.-abr. 1996. ilus<br />
Artigo Português | LILACS | ID: lil-236121</p>
<p>Os autores apresentam o caso de uma paciente de 48 anos de idade com quadro de pinçamento aorto-mesentérico como complicação de esclerose sistêmica progressiva forma CREST. A paciente preencheu todos os critérios diagnósticos para a patologia de base e durante a evolução do caso, já com dismotilidade esofágica e síndrome desabsotiva, e após emagrecimento acentuado e rápido, apresentou quadro de abdome agudo em decorrência de pinçamento aorto-mesentérico. Chama-se atenção para raridade desta complicação, e ainda pela alta morbidade causada pelo comprometimento sistêmico da Esclerose Sistêmica Progressiva (E.S.P.).</p>
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