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	<description>Instituto Medicina Humana - Campinas/SP</description>
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		<title>Ultrassom obstétrico: entenda o exame e seus benefícios para a gestante e o bebê.</title>
		<link>https://imh.med.br/ultrassom-obstetrico-entenda-o-exame-e-seus-beneficios-para-a-gestante-e-o-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 16:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[obstétrico]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassom]]></category>
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					<description><![CDATA[A gravidez é um momento que gera uma grande expectativa nos pais e na família. O sexo do bebê, seu desenvolvimento, crescimento e saúde de uma forma geral são questões que passam a fazer parte da rotina dos pais, que ficam ansiosos para saber tudo. Acompanhado de médicos especializados, o Ultrassom Obstétrico permite encontrar todas<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/ultrassom-obstetrico-entenda-o-exame-e-seus-beneficios-para-a-gestante-e-o-bebe/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez é um momento que gera uma grande expectativa nos pais e na família. O sexo do bebê, seu desenvolvimento, crescimento e saúde de uma forma geral são questões que passam a fazer parte da rotina dos pais, que ficam ansiosos para saber tudo.</p>
<p>Acompanhado de médicos especializados, o Ultrassom Obstétrico permite encontrar todas essas respostas e ainda diagnosticar precocemente eventuais problemas. Esse exame é de extrema importância e deve ser  feito durante o pré-natal, ou seja, ao longo da gestação, e seu objetivo é fazer o acompanhamento da mãe e do bebê.</p>
<p>Afinal, essa é uma parte muito importante na vida da mulher e, para que ela seja vivida de forma mais tranquila, é preciso ir às consultas regulares de pré-natal e realizar os exames de imagem, como o ultrassom gestacional.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2251 aligncenter" src="https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/mulher-com-mao-na-barriga-e-ultrassonografia.jpg" alt="" width="542" height="361" srcset="https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/mulher-com-mao-na-barriga-e-ultrassonografia.jpg 750w, https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/mulher-com-mao-na-barriga-e-ultrassonografia-300x200.jpg 300w, https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/mulher-com-mao-na-barriga-e-ultrassonografia-272x182.jpg 272w" sizes="(max-width: 542px) 100vw, 542px" /></p>
<h2><strong>O que é o Ultrassom?</strong></h2>
<p>Muito além de descobrir o sexo do bebê, o Ultrassom permite investigar e acompanhar todas etapas da vida intrauterina. Esse exame funciona através de um aparelho que emite ondas sonoras para produzir imagens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso do Ultrassom obstétrico, a medida que o som é emitido e projetado, ele desenha o que está dentro da barriga da mãe e, assim, a imagem vai sendo gerada em uma tela.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Indicações</strong></h2>
<p>A ultrassonografia obstétrica é indicada para, desde as primeiras semanas até o nascimento, monitorar o desenvolvimento do bebê, avaliar a placenta, o líquido amniótico que protege o feto, determinar a idade gestacional e também a provável data do parto. Através desse exame, é possível diagnosticar determinados problemas fetais e, se descobertos precocemente, podem ser evitar complicações que coloquem em risco a vida da mãe ou do neném.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O ultrassom morfológico deve ser realizado entre 20 e 24 semanas de gestação para estimar a idade gestacional e, principalmente, melhorar a detecção de anomalias fetais e gravidezes múltiplas, reduzir a indução do parto em uma gravidez pré-termo e melhorar a experiência da gestação para mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Menino ou menina?</strong></h2>
<p>A curiosidade para descobrir o sexo do bebê  é natural entre as gestantes e pais também. E o ultrassom tem sido o método mais escolhido para isso.</p>
<p>Mas, neste momento,  é muito importante verificar a experiência do médico, assim como a qualidade da máquina de ultrassonografia, pois isso vai facilitar a obtenção de um resultado mais preciso.</p>
<p>Geralmente, as informações mais assertivas são obtidas a partir do segundo trimestre, do quarto mês de gravidez em diante. Nessa fase é que é possível observar as sutis diferenças dos órgãos sexuais masculino e feminino.</p>
<h2><strong>Há algum risco?</strong></h2>
<p>Não há nenhum risco para a gestante e nem para o feto. O Ultrassom Obstétrico não utiliza radiação ionizante e não causa efeitos colaterais danosos. É um procedimento seguro e totalmente recomendável para as mulheres grávidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Tipos de exame</strong></h2>
<p><strong>Ultrassonografia transvaginal</strong></p>
<p>Solicitado no início da gestação (até a décima segunda semana) Além de detectar a gravidez, também identifica o número de bebês e a idade. Também é possível analisar a anatomia do útero, dos ovários e se há presença de sangramento placentário.</p>
<p><strong>Ultrassonografia transvaginal morfológica</strong></p>
<p>Ocorre no primeiro trimestre da gravidez. Além de definir a anatomia do bebê é medido a translucência nucal, que observa a presença de possíveis malformações e alterações cromossômicas, como, por exemplo, a Síndrome de Down</p>
<p><strong>Ultrassonografia obstétrica</strong><br />
Pode ser feito a partir da 12ª semana de gestação. Avalia aspectos como posição do bebê, peso, aspecto da placenta e a quantidade de líquido amniótico. Nesse exame é possível ouvir os batimentos cardíacos e observar os movimentos do concepto.</p>
<p><strong>Ultrassonografia obstétrica com Doppler colorido</strong><br />
Esse exame tem por objetivo observar o fluxo sanguíneo da mãe e do bebê para diagnosticar uma possível patologia e determinar os níveis de oxigenação do feto.</p>
<p><strong>Ultrassonografia morfológica</strong></p>
<p>Este exame é realizado por via abdominal e normalmente é feito entre a 20ª e 24ª semana de gestação. Avalia também a formação de cada órgão e estruturas do bebê.</p>
<h2><strong>Cuidamos da sua saúde e do seu filho</strong></h2>
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		<item>
		<title>Ultrassom: você sabe o que é este exame e como funciona?</title>
		<link>https://imh.med.br/ultrassom-voce-sabe-o-que-e-este-exame-e-como-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 16:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ultrassom]]></category>
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					<description><![CDATA[Também chamado de ultrassonografia e ecografia, o ultrassom é um exame de imagem realizado por um transdutor, aquele aparelhinho que o médico encosta na pele da pessoa e que emite e capta ondas sonoras por meio do contato com o corpo humano. Com base nessa avaliação, imagens são formadas e investigadas por um médico. Prático, acessível e<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/ultrassom-voce-sabe-o-que-e-este-exame-e-como-funciona/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Também chamado de ultrassonografia e ecografia, <strong>o ultrassom é um exame de imagem</strong> realizado por um transdutor, aquele aparelhinho que o médico encosta na pele da pessoa e que emite e capta ondas sonoras por meio do contato com o corpo humano. Com base nessa avaliação, imagens são formadas e investigadas por um médico.</p>
<p>Prático, acessível e sem nenhum efeito colateral, é amplamente utilizado no diagnóstico e acompanhamento de uma série de condições.</p>
<h3>Para que serve o ultrassom</h3>
<p>Por ser inofensivo, o exame é usado principalmente em crianças e gestantes, seja como parte do pré-natal ou no rastreamento de males em recém-nascidos. Mas não só isso.</p>
<p>O teste também é empregado para traçar uma primeira avaliação do estado de órgãos internos, como o <a href="https://saude.abril.com.br/tudo-sobre/figado">fígado</a> e os rins. Nas mulheres, <strong>o ultrassom transvaginal </strong>analisa o útero, ovários e colo uterino.</p>
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<div id="google_ads_iframe_/9287/saude/medicina_5__container__">Suspeitas de infecções como a <a href="https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-apendicite-dos-sintomas-a-cirurgia/">apendicite</a>, doenças que afetam a <a href="https://saude.abril.com.br/medicina/tireoide-os-exames-que-avaliam-a-saude-da-glandula/">tireoide</a> e os vasos sanguíneos, cálculos na vesícula e nos rins também são detectados em poucos minutos. Há ainda a possibilidade de analisar o estrago de lesões ortopédicas em tecidos moles, como ligamentos e cartilagem… Ufa!</div>
</div>
</div>
<h3>Como é feito</h3>
<p>A pessoa é posicionada na maca – a parte do corpo a ser examinada pelo ultrassom não pode estar com roupas. É importante também que não haja ar entre o transdutor e a pele, o que comprometeria a qualidade das imagens. Para garantir, o médico radiologista lambuza o aparelho e próprio paciente com gel.</p>
<p>Durante o exame, que dura cerca de 30 minutos (o tempo varia conforme a aplicação), o dispositivo “troca sons” com o corpo. Como assim? Ora, as ondas sonoras entram e os ecos de sua passagem pelo corpo são “escutados” pelo computador, que transforma os sinais em fotos ou vídeos.</p>
<h3>Os resultados</h3>
<p>A partir dessa avaliação, imagens em 2D e em 3D são geradas e, então, interpretadas pelo radiologista, que emite laudos sobre a composição da parte do corpo investigada. Em tons de cinza, podem aparecer massas, lesões ou presença de líquidos, assim como alterações na estrutura, altura e composição de órgãos e tecidos moles.</p>
<h3>Periodicidade</h3>
<p>Não há restrição de frequência. Ou seja, o ultrassom é feito de acordo com a necessidade médica. Essa, inclusive, é outro motivo para ser usado preventivamente no acompanhamento da saúde da mulher e durante a realização do pré-natal. Nesse último caso, costuma ser realizado pelo menos quatro vezes durante os nove meses.</p>
<h3>Principais cuidados e contraindicações</h3>
<p>Praticamente todo mundo pode se submeter a ele, mas há limitações técnicas. Por exemplo: para que as imagens sejam mais nítidas, não deve haver acúmulo ou sobreposição de gases entre o transdutor e o órgão a ser avaliado. Só que o corpo naturalmente produz gases – e isso pode atrapalhar a visualização.</p>
<p>O ultrassom também não vê perfeitamente estruturas mais profundas e densas, como a coluna. Nesses casos, o médico solicita outros testes, como a tomografia e a ressonância magnética, para complementar o diagnóstico.</p>
<p><strong>Fontes:</strong> <em>Marcio Garcia, radiologista do <a href="http://www.lavoisier.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Lavoisier</a>, em São Paulo. </em><br />
<em>Roberto Rached, fisiatra do <a href="http://www.hc.fm.usp.br/" target="_blank" rel="noopener">Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo</a>, na capital paulista.</em></p>
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		<title>Análise da polarização da resposta imunológica TH1 E TH2 em mulheres com infertilidade inexplicada e mulheres inférteis com endometriose</title>
		<link>https://imh.med.br/analise-da-polarizacao-da-resposta-imunologica-th1-e-th2-em-mulheres-com-infertilidade-inexplicada-e-mulheres-inferteis-com-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2019 14:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[citocinas]]></category>
		<category><![CDATA[endometriose]]></category>
		<category><![CDATA[imunologia]]></category>
		<category><![CDATA[infertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[interleucinas]]></category>
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					<description><![CDATA[Resumo Contexto e objetivo: Alterações imunológicas podem estar associadas à infertilidade e endometriose. O objetivo deste estudo foi avaliar se, na infertilidade inexplicada e na infertilidade associada à endometriose, ocorre polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2. Tipo de estudo e local: Foi realizado um estudo de corte transversal no Centro de Atenção Integral a Saúde<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/analise-da-polarizacao-da-resposta-imunologica-th1-e-th2-em-mulheres-com-infertilidade-inexplicada-e-mulheres-inferteis-com-endometriose/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resumo</strong></p>
<p><strong>Contexto e objetivo:</strong> Alterações imunológicas podem estar associadas à infertilidade e endometriose. O objetivo deste estudo foi avaliar se, na infertilidade inexplicada e na infertilidade associada à endometriose, ocorre polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2. Tipo de estudo e local: Foi realizado um estudo de corte transversal no Centro de Atenção Integral a Saúde da Mulher (CAISM), Universidade de Campinas (Unicamp),<br />
Campinas, São Paulo, Brasil, de janeiro a junho de 2010. Métodos: 142 mulheres foram alocadas em três grupos (52 com infertilidade inexplicada, 38 inférteis com endometriose e 52 férteis) para dosagem de citocinas Th1 (interleucina 2, fator de necrose tumoral-α e do interferon-γ ) e citocinas Th2 (interleucinas 4 e 10). Os dados foram descritos através de média, desvio-padrão e mediana, e através de frequências absolutas e relativas. Os grupos<br />
foram comparados em relação às variáveis através dos testes de qui-quadrado ou exato de Fisher. As citocinas foram comparadas entre os grupos através do teste de Kruskal-Wallis; em caso de diferença significativa, foram feitas comparações dois a dois através do teste de Mann-Whitney e aceitou-se nível de significância 5%.</p>
<p><strong> Resultados</strong>: As mulheres com infertilidade inexplicada apresentaram menores níveis de interferon-γ (p = 0,0012) e<br />
maiores níveis de interleucina-4 (p &lt; 0,0001) do que as mulheres férteis, e maiores níveis de interferon-γ (p = 0,0001) e de interleucina-4 (p = 0,0005) do que as mulheres inférteis com endometriose. Aquelas com infertilidade primária apresentaram menores níveis de interferon-γ e maiores de interleucina-4 que as mulheres férteis.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> Não foi detectado qualquer tipo de polarização da resposta imunológica Th1 ou Th2 nas mulherescom infertilidade inexplicada ou com endometriose, quando comparadas com mulheres férteis.</p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> citocinas, endometriose, imunologia, infertilidade, interleucinas.</p>
<a href="https://imh.med.br/wp-content/uploads/2019/01/Guimaraes_JoaoAgripino_M.pdf" class="pdfemb-viewer" style="" data-width="max" data-height="max"  data-toolbar="bottom" data-toolbar-fixed="off">Guimaraes_JoaoAgripino_M<br/></a>
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			</item>
		<item>
		<title>Pinçamento aorto-mesentérico associado a esclerose sistêmica progressiva</title>
		<link>https://imh.med.br/pincamento-aorto-mesenterico-associado-a-esclerose-sistemica-progressiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[mrweb]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 20:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Toledo, Roberto Acayaba de; Menin, Rita de Cássia; Targas, Gláucia Pinheiro; Petean, Carla Campos; Guimaräes, Joäo Agripino; Olhê, Lucas Arnaldo. HB cient; 3(1): 16-9, jan.-abr. 1996. ilus Artigo Português &#124; LILACS &#124; ID: lil-236121 Os autores apresentam o caso de uma paciente de 48 anos de idade com quadro de pinçamento aorto-mesentérico como complicação de<br><a class="btn-read-more" href="https://imh.med.br/pincamento-aorto-mesenterico-associado-a-esclerose-sistemica-progressiva/">Leia Mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toledo, Roberto Acayaba de;	Menin, Rita de Cássia;	Targas, Gláucia Pinheiro;	Petean, Carla Campos;	Guimaräes, Joäo Agripino;	Olhê, Lucas Arnaldo.<br />
HB cient; 3(1): 16-9, jan.-abr. 1996. ilus<br />
Artigo Português | LILACS | ID: lil-236121</p>
<p>Os autores apresentam o caso de uma paciente de 48 anos de idade com quadro de pinçamento aorto-mesentérico como complicação de esclerose sistêmica progressiva forma CREST. A paciente preencheu todos os critérios diagnósticos para a patologia de base e durante a evolução do caso, já com dismotilidade esofágica e síndrome desabsotiva, e após emagrecimento acentuado e rápido, apresentou quadro de abdome agudo em decorrência de pinçamento aorto-mesentérico. Chama-se atenção para raridade desta complicação, e ainda pela alta morbidade causada pelo comprometimento sistêmico da Esclerose Sistêmica Progressiva (E.S.P.).</p>
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